Arquivos Mensais: Fevereiro 2008

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    • do mesmo modo
    • tal como
    • assim como
    • pela mesma razão
    • igualmente

Aliteração – repetição de sons consonânticos

Assonância - repetição dos mesmos sons vocálicos

Anáfora – repetição de palavras ou espressões no inicio da frase

Anástrofe – alteração da ordem da frase deslocando uma palavra

Assindeto – supressão do elemento de ligação

Enumeração – inventariação de elementos da mesma natureza

Paralelismo de construção – repetição da mesma estrutura frásica para destacar ideias

Polissindeto – Repetição do mesmo elemento de ligação

Antitese – Contradição

Apóstrofe / Invocação – chamamento de alguém

Comparação – comparar duas ideias usando geralmente “como”

Eufemismo – Exprimir de maneira suave uma realidade chocante

Gradação – enumeração de palavrs de maneira crescente ou decrescente

Hipérbole – exagero da realidade

Interrogação – pergunta que não pretende obter resposta, mas sim realçar a ideia

Ironia – afirmação que sugere o contrário

Metáfora – comparação de duas ideias sem usar qualquer elemento comparativo

Perifrase – dizer por muitas palavras o que pode ser dito por poucas

Personificação – atribuição de qualidades humanas a seres inanimados ou animais

Pleonasmo – repetição de uma ideia para a reforçar

Sinédoque – falar de uma parte pequena para se referir a uma maior ou vice-versa

Sinestesia – expressão de sensações diferentes, centrada na expressão de uma sensação

O sistema solar é constituído pelo Sol e pelo conjunto dos corpos celestes que se encontram no seu campo gravítico, e que compreende os planetas, e uma miríade de outros objectos de menor dimensão entre os quais se contam os planetas anões e os corpos menores do Sistema Solar (asteróides, transneptunianos ecometas)

Ainda não se sabe, ao certo, como o sistema solar foi formado. Com o conhecimento de vários outros sistemas planetários em volta de outras estrelasque desafiam a noção clássica da formação de sistemas planetários, a formação destes é hoje tema de debate.

O Sol começou a brilhar quando o núcleo atingiu 10 milhões de graus Celsius, temperatura suficiente para iniciar reações de fusão nuclear. A radiação acabou por gerar um vento solar muito forte, conhecido como “onda de choque”, que espalhou o gás e poeira restantes das redondezas da estrela recém-nascida para os planetas que se acabaram de formar a partir de colisões entre os protoplanetas.

Próximos do Sol encontram-se os quatro planetas telúricos, que são compostos de rochas e silicatos, são eles Mercúrio, Vénus, Terra e Marte. Depois da órbita de Marte encontram-se quatro planetas gasosos (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno ou Neptuno).

Mercúrio é o mais próximo do Sol, a uma distância de apenas 57,9 milhões de quilômetros, enquanto Neptuno está a cerca de 4500 milhões de quilômetros.

A dimensão astronômica das distâncias no espaço

Para se ter a noção da dimensão astronômica das distâncias no espaço é interessante fazer uns cálculos e arranjar um modelo que nos permita ter uma percepção mais clara do que está em jogo. Imaginemos, por exemplo, um modelo reduzido em que o Sol estaria representado por uma bola de futebol (de 22 cm de diâmetro). A essa escala, a Terra ficaria a 23,6 metros de distância e seria uma esfera com apenas 2 mm de diâmetro (a Lua ficaria a uns 5 cm da Terra, e teria um diâmetro de uns 0,5 mm). Júpiter e Saturno seriam berlindes com cerca de 2 cm de diâmetro, respectivamente a 123 e a 226 metros do Sol. Plutão ficaria a 931 metros do Sol, com cerca de 0.36 mm de diâmetro. Quanto à estrela mais próxima, a Proxima Centauri, essa estaria a 6332 km do Sol! E a estrela Sírio a 13150 km.

Se demorasse 1 hora e um quarto a ir da Terra à Lua (a uns 257000 km/hora), demoraria umas 3 semanas (terrestres) a ir da Terra ao Sol, uns 3 meses a ir a Júpiter, 7 meses a Saturno e uns 2 anos e meio a chegar a Plutão e deixar o nosso sistema solar. A partir daí, a essa velocidade, teríamos de esperar uns 17600 anos até chegar à estrela mais próxima! E 35 000 anos até chegarmos a Sírio!

Planetas anões

Planeta anão é um corpo celeste muito semelhante a um planeta, dado que orbita em volta do Sol e possui gravidade suficiente para assumir uma forma com equilíbrio hidrostático (aproximadamente esférica), porém não possui uma órbita desempedida, orbitando com milhares de outros pequenos corpos celestes.

Ceres, que até meados do século XIX era considerado um planeta principal, orbita numa região do sistema solar conhecida como cinturão de asteróides. Por fim, nos confins do sistema solar, para além da órbita de Neptuno, numa imensa região de corpos celestes gelados encontram-se Plutão  e o recentemente descoberto Éris. Até 2006, considerava-se, também, Plutão como um dos planetas principais. Hoje, Plutão, Ceres e Éris são considerados como “Planetas Anões”.

Luas

Satélites naturais ou luas são objetos de dimensões consideráveis que orbitam os planetas. Compreendem pequenos astros capturados dacintura de asteróides, como as luas de Marte e dos planetas gasosos, até astros capturados da cintura de Kuiper como o caso de Tritão no caso de Neptuno ou até mesmo astros formados a partir do próprio planeta através do impacto de um protoplaneta, como o caso da Lua da Terra.

Os planetas gasosos têm pequenas partículas de pó e gelo que os orbitam em enormes quantidades, são os chamados anéis planetários, os mais famosos são os anéis de Saturno.

Corpos menores

A classe de astros chamados “corpos menores do sistema solar” inclui vários objetos diferenciados como são os asteróides, os transneptunianos, os cometas e outros pequenos corpos.

Asteróides

Os asteróides são astros menores do que os planetas, normalmente em forma de batata, encontrando-se na maioria na órbita entre Marte e Júpiter e são compostos por partes significativas de minerais não-voláteis. Estes são subdivididos em grupos e famílias de asteróides baseados em características orbitais específicas. Nota-se que existem luas de asteróides, que são asteróides que orbitam asteróides maiores, que, por vezes, são quase do mesmo tamanho do asteróide que orbitam.

Os asteróides troianos estão localizados nos pontos de Lagrange dos planetas, e orbitam o Sol na mesma órbita que um planeta, à frente e atrás deste.

As sementes das quais os planetas se originaram são chamadas de planetésimos: são corpos subplanetários que existiram durante os primeiros anos do sistema solar e que não existem no sistema solar recente. O nome é também usado por vezes para referir os asteróides e os cometas em geral ou para asteróides com menos de 10 km de diâmetro.

Centauros

Os centauros são astros gelados semelhantes a cometas que têm órbitas menos excêntricas e que permanecem na região entre Júpiter e Netuno, mas são muito maiores que os cometas. O primeiro a ser descoberto foi Quíron, que tem propriedades parecidas com as de um cometa e de um asteróide.

Transnetunianos

Os transnetunianos são corpos celestes gelados cuja distância média ao Sol encontra-se para além da órbita de Netuno, com órbitas superiores a 200 anos e são semelhantes ao centauros.

Pensa-se que os cometas de curto período sejam originários desta região. Os planetas anões Plutão e Éris encontram-se, também, nesta região.

O primeiro transnetuniano foi descoberto em 1992. No entanto, Plutão, que já era conhecido há quase um século, orbita nesta região do sistema solar.

Cometas

A maioria dos cometas tem três partes: 1. um núcleo sólido ou centro; 2. uma cabeleira, ou cabeça redonda que envolve o núcleo e consiste em partículas de poeira misturadas com àgua, metano e amoníaco congelados; e 3. uma longa cauda de poeira e gasese que escapam da cabeleira.

Os cometas são compostos largamente por gelos voláteis e com órbitas bastante excêntricas, geralmente com um periélio dentro das órbitas dos planetas interior e com afélio para além de Plutão. Cometas com pequenos períodos também existem; contudo, os cometas mais velhos que perderam todo o seu material volátil são categorizados como asteróides. Alguns cometas com órbitas hiperbólicas podem ter sido originados de fora do sistema solar.

De momento, os astros da nuvem de Oort são hipotéticos e encontram-se em órbitas entre os 50 000 e os 100 000 UA, e pensa-se que esta região é a origem dos cometas de longo período.

O novo planetóide Sedna com uma órbita bastante elíptica que se estende por cerca de 76 a 928 UA, não entra como é óbvio nesta categoria, mas os seus descobridores argumentam que deveria ser considerado parte da nuvem de Oort.

Meteoróides

Os meteoróides são astros com dimensão entre 50 metros até partículas tão pequenas como pó. Astros maiores que 50 metros são conhecidos como asteróides. Controversa continua a dimensão máxima de um asteróide e mínima de um planeta. Um meteoróide que atravesse a atmosfera da Terra passa a se denominar meteoro; caso chegue ao solo, chama-se meteorito.

Fonte:

 Ver aqui a imagem

 

Uma placa tectónica é uma porção de litosfera limitada por zonas de convergência, zonas de subducção e zonas conservativas. Actualmente, aTerra tem sete placas tectónicas principais e muitas mais sub-placas de menores dimensões. Segundo a teoria da tectónica de placas, as placas tectónicas são criadas nas zonas de divergência, ou “zonas de rifte”, e são consumidas em zonas de subducção. É nas zonas de fronteira entre placas que se regista a grande maioria dos terramotos e erupções vulcânicas. São actualmente reconhecidas 52 placas tectónicas, 14 principais e 38 menores.

Limites convergentes

São, de modo geral, zonas de subducção, onde as placas se encontram e colidem. Uma delas mergulha por debaixo da outra e regressa àastenosfera. Existem três tipos de convergência:

  • Convergência crosta oceânica-crosta continental

Quando isso acontece, geralmente formam-se fossas abissais.Um exemplo é a fossa Peru-Chile, onde a placa de Nazca mergulha sob aplaca Sul-americana. A zona de convergência entre uma placa oceânica e uma placa continental é chamada de margem continental ativa.

  • Convergência crosta oceânica-crosta oceânica

Nesses casos, formam-se arcos vulcânicos, como nas ilhas Marianas (placa do Pacifico e placa das Filipinas)

  • Convergência crosta continental-crosta continental

Nestes casos é muito difícil que uma placa uma mergulhe sobre a outra. Às vezes uma placa sobrepõe-se sobre a outra, num movimento deobducção. Pode ocorrer também a colisão entre as placas e a formação de cadeias de montanhas. O exemplo mais conhecido é o choque daplaca Euro-Asiática com a indiana, que deu origem à cadeia dos Himalaias.

Limites divergentes

Também chamados cristas em expansão ou margens construtivas, porque nesses limites está sendo criada nova crosta oceânica a partir de magma vindo do manto, que causa o afastamento das placas tectónicas. São exemplos de formações de limites divergentes as cordilheiras submarinas meso-oceânicas.

Placas principais


Placas menores


Placas no interior de orógenos

Alguns modelos identificam mais algumas placas menores no interior de orógenos actuais:


Placas antigas

Tectónica de placas é uma teoria da geologia desenvolvida para explicar o fenómeno da deriva continental, sendo a teoria actualmente com maior aceitação entre os cientistas que trabalham nesta área. Na teoria da tectónica de placas a parte mais exterior da Terra está composta de duas camadas: a litosfera, que inclui a crusta e a zona solidificada na parte mais externa do manto, e a astenosfera, que inclui a parte mais interior e viscosa do manto. Numa escala temporal de milhões de anos, o manto parece comportar-se como um líquido super-aquecido e extremamente viscoso, mas em resposta a forças repentinas, como os terramotos, comporta-se como um sólido rígido.

A teoria da tectónica de placas surgiu a partir da observação de dois fenómenos geológicos distintos: a deriva continental, identificada no início do século XX, e a expansão dos fundos oceânicos.

Fontes:

Existem duas linhas de interpretação da evolução passada da Terra e uma que as une.

Catastrofismo

Segundo o catastrofismo as mudanças ocorridas seriam pontuais, dirigidas e sem ciclidade

Uniformitarismo

  • Os acontecimentos do passado são resultado de forças da Natureza idênticas às que se observam hoje em dia (Actualismo Geológico);
  • Os acontecimentos geológicos são o resultado de processos lentos e graduais da Natureza (Gradualismo).

Assim James Hutton concluiu que “O presente é a chave do passado”.

As leis da natureza são constantes. Assim o estudo dos processos geológicos atuais permite interpretar a evolução geológica, “encaixando” os registos geológicos impressos nas rochas e em suas estruturas como em um quebra-cabeças.

Neocatastrofismo

Esta teoria reconhece o uniformitarismo como o guia principal para entender os processos geológicos, mas não exclui catástrofes ocasionais que enham contribuido para eventuais alterações localizadas na superficie terrestre.

Fonte:

  • http://pt.wikipedia.org/wiki/Uniformitarismo
  • Amparo Dias da Silva, Almira Fernandes Mesquita, Fernanda Gramaxo, Maria Ermelinda Santos,Ludovina Baldaia e José Mário Félix, Terra, Universo de Vida – Biologia e Geologia – 10.º ou 11.º (Ano 1),Porto Editora, 2007, 192 páginas, ISBN: 978-972-0-42170-8

 

Em física nuclear, a datação se caracteriza pela técnica de classificação etária de objetos (como minerais, fosséis etc.) que utiliza a lei de decaimento radiativo de um determinado nuclídeo:
Datação absoluta, como por exemplo a datação radiométrica.

Há, contudo, outras possibilidades de datação:
A datação relativa

  • Datação relativa

Datação relativa é um dos grandes desafios dos geólogos e paleontólogos. Para isso tiveram que encontrar métodos de determinar a idade de uma rocha ou de um fóssil, isto é, saber há quanto tempo eles se formaram e na datação relativa eles comparam a disposição de estratos de que sabem aproximadamente a data de origem e comparam com os fósseis.

  • Datação absoluta

A datação radiométrica é o procedimento do cálculo da idade absoluta de uma rocha e dos minerais que contém certos radioisótopos ( isótopos radioativos ).

Este processo de datação baseia-se na tendência que certos átomos de elementos químicos demonstram para emitirem partículas e radiação a partir dos seus núcleos instáveis, esta emissão designa-se por radioactividade.

Quando um núcleo radiactivo se desintegra, os produtos formados podem ser instáveis, desintegrando-se posteriormente até encontrar um equilíbrio. A transformação nuclear desinga-se decaimento radioactivo.

Fonte:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Datação

http://pt.wikipedia.org/wiki/Datação_relativa

http://pt.wikipedia.org/wiki/Datação_radiométrica

Observe an animation of metamorphic rocks forming.

  • Metamorfismo de contacto – Este tipo de metamorfismo ocorre em rochas situadas perto de intrusões magmáticas e arredores. Quando se dá a intrusão magmática, são emanadas temperaturas altíssimas que rondam os 1000º C. Conclui-se de imediato que neste tipo de metamorfismo o calor é o principal factor em questão. Ao passar através das rochas, o calor vai actuar sobre os minerais constituintes das mesmas provocando fenómenos de recristalização. Automaticamente forma-se um anel de rochas metamórficas em torno desse mesmo maciço. A espessura desse anel depende das dimensões da intrusão, bem como da ” disposição ” da rocha em acusar vivamente qualquer influência externa.
  • Metamorfismo regional – O metamorfismo regional revela-se em grandes extensões da crosta terrestre, onde existem séries complexas de xistos cristalinos. Tudo indica que a sua formação está relacionada com os grandes movimentos orogénicos, produzidos nos geossinclinais. Nestas regiões, uma sedimentação muito activa e o abaixamento progressivo da superfície terrestre fazem com que as rochas fiquem sujeitas a temperaturas muito elevadas. Devido a este aquecimento, a crosta, nos níveis superficiais, expande-se para cima, sofrendo portanto grandes pressões laterais da região envolvente. Estas pressões orientadas são um factor essencial no metamorfismo regional. Trata-se de uma pressão que varia com a direcção e que, por isso, se distingue da pressão vulgar. Nos níveis mais profundos dos geossinclinais a elevação da temperatura será tão grande que as rochas deixarão de resistir às acções externas e passarão a oferecer as condições da chamada zona de fluência. Tal como o metamorfismo de contacto, também este envolve deformações mecânicas e fenómenos de recristalização e encontra-se intimamente ligado à génese de cadeias montanhosas.

Fonte:

Existem dois tipos de rocha magmática:

  • Rochas magmáticas intrusivas  ou plutónicas – São formadas a partir do resfriamento do magma no interior da crosta, nas partes profundas da litosfera, sem contato com a superfície. Elas só apareceram à superfície depois de removido o material sedimentar ou metamórfico que a recobria. Em geral, o resfriamento é lento e ocorre a cristalização de todos os seus minerais. Normalmente as rochas plutônicas ou intrusivas apresentam uma estrutura maciça. A sua estrutura mais corrente é granular, isto é, os minerais apresentam-se equidimensionais ligados entre si. A classificação detalhada das rochas magmáticas requer um estudo microscópico da mesma.
  • Rochas magmáticas extrusivas ou vulcânicas – São formadas a partir do resfriamento do material expelido pelas erupções vulcânicas atuais ou antigas. A consolidação do magma, então, acontece na superfície da crosta ou próximo a ela. O resfriamento é rapido, o que faz a que estas rochas, por vezes, apresentem material vítreo. Essas rochas têm textura microlítica ou vidrosa (vítrea).

Fonte:

  • Amparo Dias da Silva, Almira Fernandes Mesquita, Fernanda Gramaxo, Maria Ermelinda Santos,Ludovina Baldaia e José Mário Félix, Terra, Universo de Vida – Biologia e Geologia – 10.º ou 11.º (Ano 1),Porto Editora, 2007, 192 páginas, ISBN: 978-972-0-42170-8
  • http://pt.wikipedia.org/wiki/Rocha_ígnea

Observe how sediments are deposited

Observe an animation of clastic sedimentary rocks forming.

1ª Fase – Sedimentogénese – Actividade que conduz à formação de materiais – sedimentos ou detritos – que constituem a matéria-prima das rochas sedimentares.

  • Meteorização – Meteorização é o processo natural de decomposição ou desintegração de rochas e solos, e seus minerais constituintes, por acção dos efeitos químicos, físicos e biológicos que resultam da sua exposição ao factores ambientais (neles se incluindo os factores antropogénicos, isto é devido directa ou indirectamente à acção humana). Em resumo, a meteorização é o fenómeno natural a que estão sujeitos todos os materiais geológicos quando expostos à acção combinada da atmosfera, da hidrosfera, da biosfera e da antroposfera, ocorrendo de forma permanente e generalizada em toda a superfície terrestre, não devendo contudo ser confundida com os efeitos da erosão, embora tenha frequentemente com eles uma relação estreita de causa e efeito. A meteorização é o processo geral pelo qual as rochas são quebradas à superfície da Terra. É por este processo que são produzidas todas as argilas do Mundo, todos os solos e as substâncias dissolvidas que são levadas pelos rios para o oceano.
  • Erosão - A Erosão é a destruição do solo e seu transporte em geral feito pela água da chuva, pelo vento ou, ainda, pela ação do gelo, quando este atua expandindo o material no qual se infiltra a água congelada. A erosão destrói as estruturas (areias, argilas, óxidos e húmus) que compõem o solo. Estas são transportados para as partes mais baixas dos relevos e em geral vão assorear cursos d’água.
  • Transporte - Tal como o nome diz é o transporte dos sedimentos
  • Sedimentação - Sedimentação é um processo de separação em que a mistura de dois líquidos ou de um sólido suspenso num líquido é deixada em repouso. A fase mais densa, por ação da gravidade deposita-se no fundo do recipiente, ou seja, sedimenta. Sedimentologia é a disciplina que estuda as partículas de sedimentos derivados da erosão de rochas ou de materiais biológicos que podem ser transportados por um fluido, levando em conta os processo hidroclimatológicos, com ênfase à relação água-sedimento, ou outros aspéctos geológicos.

2ª Fase – Diagénese - Diagénese, em geologia e oceanografia, refere-se a qualquer mudança química, física ou biológica sofrida por um sedimento após a sua deposição inicial, durante e após a sua litificação, excluindo alteração superficial e metamorfismo. Estas mudanças ocorrem a temperaturas e pressões relativamente baixas e resultam em alterações na mineralogia e textura das rochas. A fronteira entre diagénese e metamorfismo (que ocorre em condições de temperatura e pressão mais elevadas), é gradativa. Após a deposição, os sedimentos são compactados à medida que são enterrados sob sucessivas camadas de sedimentos e cimentados por minerais que precipitam. Grãos de sedimento, fragmentos rochosos e fósseis podem ser substituídos por outros minerais durante a diagénese. A porosidade geralmente diminui durante a diagénese, excepto nos raros casos em que ocorre dissolução de minerais ou dolomitização. O estudo da diagénese em rochas é utilizado na compreensão da sua história tectónica, e a natureza e tipo de fluidos que circularam através delas. De um ponto de vista económico, este estudo ajuda na avaliação da probabilidade de serem localizados vários minerais economicamente importantes e hidrocarbonetos.

  • Compactação – processo pelo qual o material é comprimido até estar completamente depositado. Devido á pressão, certos minerais podem ficar orientados.
  • Desidratação – processo pelo qual a água é extraida da camada.
  • Cimentação - Processo pelo qual os sedimentos se formam numa rocha sólida, única e compacta.

Fonte:

Sistema – conjunto de elementos que interagem de modo organizado. Um sistema possui sempre uma fronteira real ou imaginária

Sistema Aberto - ocorre intercambio de matéria e de energia através dos seus limites.

Sistema Fechado – ocorre intercâmbio de energia através dos seus limites mas não ocorrem trocas de matéria

Sistema Isolado - não ocorre intercambio de matéria nem de energia através dos seus limites.

Subsistemas Terrestres

Hidrosfera – A Hidrosfera é constituida pelos reservatórios de água existentes na Terra.

Geosfera - É representada pela parte sólida, quer superficial quer profunda, da Terra.

Atmosfera – É formada pela camada gasosa que envole os outros subsistemas.

Biosfera – Inclui o conjunto de seres vivos que povoam a Terra, integrados no respectivo meio abiótico.

Fonte:

  • Amparo Dias da Silva, Almira Fernandes Mesquita, Fernanda Gramaxo, Maria Ermelinda Santos,Ludovina Baldaia e José Mário Félix, Terra, Universo de Vida – Biologia e Geologia – 10.º ou 11.º (Ano 1),Porto Editora, 2007, 192 páginas, ISBN: 978-972-0-42170-8

3 numeros definem uma orbital e 4 definem um electrao

Orbital (n, l, ml)
Electrao (n, l, ml, ms)

Regras:
1 – Principio da Energia minima (a distribuicao electronica deve conferir ao atomo o estado de menor energia possivel)
2 – Principio de Exclusao de Pauli (Numa mesma orbital so podem existir 2 electroes com spins opostos)
3 – Regra de Hund (No preenchimento das orbitais com igual energia distribui-se primeiro um electrao por cada orbital, de modo a ficarem com o mesmo spin e so depois se completam ficando com spins opostos

n – numero quantico principal (nivel de energia)

l – numero quantico de momento angular, secundario ou azimutal (forma da orbita)

ml – numero quantico magnetico (orientacao)

ms – spin (so para electroes)

n(0,1,2,3,4,5,6,7)
l(n-1)
ml(|l| e 0)
ms( +1/2 e -1/2 )

0 – s
1 – p
2 – d
3 – f
4 – g
5 – h

para cada n ha n^2 de orbitais

para cada n ha no maximo 2n^2 de electroes

orbital s – esfera
orbital p – dois lobulos simetricos

Diagrama de Linus Pauling

Orbital s

Orbital p

Orbital d

Lei dos gases      (Necessário Flash Player)Leis dos Gases Interactivo         (Necessário JAVA)

Em Fisica define-se a pressão (ρ) como a intensidade da força (F) exercida por cada unidade de superficie (S) o que se traduz pela expressão ρ=F/S.Para designar condições normais de pressão e temperatura de um gás usa-se a sigla PTN.As condições PTN são ρ = 1 atm e T = 273 KRelação entre a pressão de um gás e o número de moléculas, a temperatura e volume constantes. Quanto maior for o número de partículas, maior será o número de colisões e, consequentemente, maior será a pressão.Para um mesmo volume, a temperatura constante, a pressão é directamente proporcional ao número de moléculas,Relação entre a pressão de uma dada quantidade de gás e o volume, a temperatura constante.Quanto menor for o volume ocupado pelo gás, maior será o número de colisões por cada unidade de superfície e, consequentemente, maior será a pressão.Existe uma relação de proporcionalidade inversa entre a pressão de um gás e o volume por ele ocupado, a temperatura constante.Relação entre a pressão de uma dada quantidade de gás e a temperatura, a volume constante.Quanto maior for a temperatura, maior será a energia cinética média das partículas do gás, e consequentemente maior a velocidade dessas mesmas partículas, e, portanto, maior será o número de colisões e o seu grau de intensidade, isto é, maior será a pressão do gás.Para uma mesma quantidade de gás, ocupando um dado volume, a pressão e a temperatura são grandezas directamente proporcionais.Relação entre o volume de uma dada quantidade de gás e a temperatura, a pressão constante.Para uma mesma quantidade de gás, a pressão constante, o volume ocupado pelo gás é directamente proporcional à temperatura.Relação entre o volume de um gás e o número de partículas, a pressão e temperatura constantes Quanto maior for a temperatura, maior o volume ocupado pelo gás, mantendo constante a pressão.Para uma mesma quantidade de gás encerrado num recipiente, a uma dada pressão e temperatura, aumentando a quantidade de gás nesse recipiente, sem alteração da temperatura, aumentará o número de colisões, pois passará a existir menor espaço disponível para cada partícula.Para garantir que a pressão se mantenha constante, o volume do recipiente onde o gás está colocado deverá aumentar.Nas mesmas condições de pressão e temperatura, o volume ocupado por um gás é directamente proporcional à sua quantidade química, isto é, o número de moles.Amadeo Avogadro afirmou que: “Volumes iguais de gases diferentes, nas mesmas condições de pressão e temperatura, contêm o mesmo número de partículas.”Como , se , então, .Fonte:

  • Mendonça, Lucinda Santos; Dantas, Mª da Conceição; Ramalho, Marta Duarte; Jogo de Partículas; Química; Ciências Físico-Químicas; 10º ano; Texto Editora; Unidade 2; págs. 149 a 167

O número de Avogadro (em homenagem a Amedeo Avogadro), é uma constante física fundamental que representa um mol de entidades elementares (entidades elementares significando átomos, moléculas, íons,eletrons, outras partículas, ou grupos específicos de tais partículas).

Formalmente, a constante de Avogadro é definida como o número de átomos de carbono-12 em 12 gramas (0,012 kg) de carbono-12, o que é aproximadamente igual a 6,022 × 1023. Historicamente, o carbono-12 foi escolhido como substância de referência porque sua massa atômica podia ser medida de maneira bastante precisa.

Conhecendo-se a constante de Avogadro e a massa atômica de um elemento, é possível calcular a massa em gramas de um átomo.

A mol ou a mole é o nome da unidade de base do Sistema Internacional de Unidades (SI) para a grandeza quantidade de matéria.

O conceito de mol está intimamente ligado à constante de Avogadro (NA), onde 1 mol tem aproximadamente 6,022 × 1023 átomos, moléculas, iões ou outros.

Exemplos:

  • 1 mol de moléculas de um gás possui aproximadamente 6,022 × 1023 moléculas deste gás.
  • 1 mol de iões equivale a aproximadamente 6,022 × 1023 iões.
  • 1 mol de grãos de areia equivale a aproximadamente 6,022 × 1023 grãos de areia.

Chama-se massa molar à massa de 1 mol de uma substância. Representa-se por M e exprime-se em g/mol. O número que exprime o valor da massa molar é identico ao da massa atómica relativa (Ar) ou da massa molecular relatica (Mr) para moleculas.

Fonte:

Regra do octeto – através da ligação quimica, os átomos tendem a ficar rodeados por um octeto de electrões, de modo a atingirem o máximo de estabilidade.

Ângulos de ligação

Existem 2 modos de vibração das moléculas:

  1. Vibrações de distenção - o comprimento de ligação varia.
  2. Vibrações de flexão - varia o ângulo de equilibrio.

Geometria das moléculas

CH4 (metano)

A geometria torna a sua energia minima, reduzindo as repulsões eléctricas existentes.

CH4 CH43d

Os ângulos na molécula de metano têm uma amplitude de 109,5º. Segue a regra do octeto.

 

NH3 (amoniaco)

O amoniaco possui electrões não-ligantes na parte superior que repelem os átomos de hidrogénio ficando estes assim em baixo.

NH3 NH33d

Os ângulos na molécula de amoniaco têm uma amplitude de 107º. Segue a regra do octeto.

 

H2O (Água)

Na molécula de água o oxigénio tem 4 pares de electrões não ligantes havendo assim uma densa nuvem electrónica com carga negativa a repelir os hidrogénios.

H2O H2O3d

Os ângulos na molécula de água têm uma amplitude de 104,5º. Segue a regra do octeto.

 

CO2 (dióxido de carbono)

Como o dióxido de carbono não tem electrões não ligantes é apolar pois não existem repulsões entre electrões.

Os ângulos da molécula de dióxido de carbono têm uma amplitude de 180º pois é apolar. Segue a regra do octeto.

 

BH3 (trihidreto do boro)

BH3 BH33d

Os ângulos de trihidreto de boro têm uma amplitude de 120º. Não seguem a regra do octecto.

 

Fonte:

  • Paula Lemos e Filomena Valquaresma; Fisica e Quimica A; 1ª edição, 240 páginas; Edições ASA – Lisboa, Maio de 2006

Programas utilizados para imagens:

  • ChemSketch Freeware, ACD
  • 3D Viewer Freeware, ACD

n=1 Serie de Lyman emite/absorve ultra violeta

n=2 Serie de Balmer emite/absorve radiacao visivel

n=3 Serie de Paschen emite/absorve infravermelhos

n=4 Serie de Brackett emite/absorve infravermelhos

n=5 Serie de Pfund emite/absorve infravermelhos (falta na imagem)

 

Fonte:

  • Apontamentos

1 – Modelo de Dalton

 
2 – Modelo de J. J. Thomson


3 – Modelo de E. Rutherford


4 – Modelo de N. Bohr


5 – Modelo da Mecanica Quantica (modelo matematico)

 

Fonte:

  • Google Images

http://www.scienceinschool.org/2006/issue3/fusion

http://www.scienceinschool.org/2006/issue1/fusion

Ocorrem a nivel do nucleo e por iso dao origem a outros elementos

Fissao – Bombardeados com electroes obtendo-se nucleos mais leves (divisao)

Fusao – Os nucleos juntam-se formando um numeros atomicos de maior massa

envolvem os nucleoes, formacao de novos elementos,energias muito elevadas, variacao de massa

Utilizacoes na medicina, na producao de energia electrica e na datacao de objectos por carbono-14

Reação nuclear, em Física Nuclear, é qualquer reação em que ocorra modificação de um ou mais núcleos atômicos, onde dois ou mais átomos se unem ou um átomo sofre fissão nuclear. Tal reação não deve ser confundida com uma reação química, ocorre com os elétrons periféricos do átomo.

Uma reação nuclear pode ser representada por uma equação similar a uma equação química, e balanceada de uma maneira análoga. O decaimento nuclear, embora não seja uma reação no sentido estrito da palavra, pode ser representado da mesma maneira.

Na fissão (ou cisão) nuclear, um átomo de um elemento é dividido produzindo dois átomos de menores dimensões de elementos diferentes.

A fissão de urânio 235 liberta uma média de 2,5 neutrons por cada núcleo dividido. Por sua vez, estes neutrons vão rapidamente causar a fissão de mais átomos, que irão libertar mais neutrons e assim sucessivamente, iniciando uma auto-sustentada série de fissões nucleares, à qual que se dá o nome de reacção em cadeia, que resulta na libertação contínua de energia.

Quando a massa total dos produtos da Fissão nuclear é calculada, verifica-se que é menor do que a massa original do átomo antes da cisão. A teoria da relatividade de Albert Einstein dá a explicação para esta massa perdida: Einstein demonstrou que massa e energia são duas grandezas físicas conectadas por uma relação de equivalência. Desta forma, a massa perdida durante a cisão foi, de fato, convertida em energia. Einstein resumia esta relação de equivalência massa-energia na famosa equação:

E = mc^2\,\!

onde E é a energia, m a massa e c a velocidade da luz. Uma vez que c é muito grande (aproximadamente 300 mil quilômetros por segundo), E será realmente muito grande, mesmo quando se perde apenas uma pequena porção de massa.

Na Fusão Nuclear, dois ou mais núcleos atómicos se juntam e formam um outro núcleo de maior número atômico. A fusão nuclear requer muita energia para acontecer, e geralmente liberta muito mais energia que consome. Quando ocorre com elementos mais leves que o ferro e o níquel (que possuem as maiores forças de coesão nuclear de todos os átomos, sendo portanto mais estáveis) ela geralmente liberta energia, e com elementos mais pesados ela consome.

O principal tipo de fusão que ocorre no interior das estrelas é o de Hidrogênio em Hélio, onde dois prótons se fundem em uma partícula alfa (um núcleo de hélio), liberando dois pósitrons, dois neutrinos e energia. Mas dentro desse processo ocorrem várias reações individuais, que variam de acordo com a massa da estrela. Para estrelas do tamanho do nosso Sol ou menores, a cadeia próton-próton é a reacção dominante. Em estrelas mais pesadas, predomina o ciclo CNO.

Vale ressaltar que há conservação da energia, e, portanto, pode-se calcular a massa dos quatro prótons e o núcleo de hélio, e subtrair a soma das massas das partículas iniciais daquela do produto desta reação nuclear para calcular a massa/energia emitida.

Utilizando a equação E=mc2, pode-se calcular a energia liberada, oriunda da diferença de massa. Uma vez que o valor do “c” é muito grande ( aprox. 3 . 108 m/s ), mesmo uma massa muito pequena corresponde a uma enorme quantidade de energia. É este fato que levou muitos engenheiros e cientistas a iniciar projetos para o desenvolvimento de reatores de fusão para gerar eletricidade (por exemplo, a fusão de poucos cm3 de deutério, um isótopo de hidrogênio, produziria uma energia equivalente àquela produzida pela queima de 20 toneladas de carvão).

Fonte:

1º absorcao de determinada radiacao
2º emissao das radiacoes absorvidas

Espectro de absorcao – fundo colorida e riscas pretas

Espectro de emissao – fundo preto riscas coloridas

Espectro de Emissao
Cloreto de Cobre II – chama verde e azul na base
Cloreto de Bario – Amarelo e verde
Cloreto de Cobalto II – azul com tons de violeta e o solido passa de cor de rosa a violeta
Cloreto de Calcio diidratado – vermelho e laranja e verde e azul
Cloreto de sodio – Laranja

As cores vistas no espectro são dadas pelo catião que pode emitir por vezes o invisivel juntamente com o anião que não emite visivel.

Fonte:

  • http://www.scienceinschool.org/
  • Paula Lemos e Filomena Valquaresma; Fisica e Quimica A; 1ª edição, 240 páginas; Edições ASA – Lisboa, Maio de 2006

Relacao de Plank –>   E=h*γ
  h –> constante de Plank (6.63*10^-34 J/s)
  γ –> (niu) = frequencia (Hz)

Equacao de Bohr (energia dos niveis do átomo de hidrogénio)–> E=-(2.18*10^-18)/n^2

E= energia

n = nivel de energia onde se encontra

Estas duas não vêm apontadas no formulário do exame, todas as outras la estão.

Medir e comparar o valor de uma grandeza com a sua unidade predefinida

Medicao e o acto de medir

Massa —> Medicao directa

peso —>  medicao indireta (peso = massa * g)
g= 9.8 N/Kg

g (constante gravitica)

Exatidao existe quando o valor da medicao e o valor verdadeiro estao proximos afectada por erros sistematicos

Precisao valores proximos entre si mas afastados do valor real afectada por erros acidentais

Erros sistematicos quando tem mesmas causas e variacao no mesmo sitio (podem ser corrigidos)

Erros acidentais quando tem causas pontuais, imprevisiveis, aleatorios e podem ser atenuados mas nunca eliminados

Media aritmetica para resultado mais fiavel

Fonte:

  • Cábulas
  • Apontamentos do caderno :D

Pessoal…o teste intermédio está-se a aproximar e temos de nos preparar (a esta altura ja deviamos) Vou meter aqui umas coisitas para quem tem maquina Texas Usem-as mas não deixem de pensar pela vossa cabeça…isto é só uma ajuda…se forem seguir quimica não vão ter a matéria toda na vossa calculadora…como tal estudem na mesma. Vou fazer upload de um pack pelo rapidshare. Se quiserem vão lá e fazem download.http://rapidshare.com/files/91041473/MateriaeprogsdeFQ.rar.htmlEles não podem revistar-vos as calculadoras…por isso podem mandar pra la isso à vontade :) .

Consiste na emissão de electros de materiais especialmente por metais sobre a acção da radiação electromagnética.

1 fotao tira apenas 1 electrao e nunca 2 pois esse fotão contém apenas uma energia que pode ou não consoante o seguinte:

Eri<Ere – Nao ha efeito
Eri=Ere – Ha efeito
Eri>Ere – Ha efeito e energia cinetica

Eri = Energia da radiação incidente

Ere = Energia de remoção do electrão

A energia da radiacao esta relacionada com a sua frequência
A intensidade da luz depende do número de fotões, quanto maior o numero de fotoes, mais intensa e a luz e maior o numero de electroes arrancados a placa metalica.

Leis do efeito fotoelétrico

Para se obter uma idéia mais completa sobre o efeito fotoelétrico é necessário determinar de que é que depende o número de elétrons ( foto elétrons ) emitidos, sob a ação da luz, por uma superfície e a velocidade ou energia cinética desses elétrons. Com este objetivo foram levadas a cabo investigações experimentais, que passamos a descrever. Colocam-se dois eléctrodos num balão de vidro do qual se retirou previamente o ar ( fig. 2). Num dos eléctrodos, através de uma “janela” de quartzo, transparente não só para a luz visível como também para a radiação ultravioleta, incidem os raios de luz. Com a ajuda de um potenciômetro faz-se variar a diferença de potencial entre os eléctrodos, medindo-a por meio de um voltímetro. O pólo negativo da pilha liga-se ao eléctrodo iluminado. Sob a ação da luz, este eléctrodo emite elétrons que, ao movimentarem-se no campo elétrico, criam corrente elétrica. Quando o potencial é pequeno, nem todos os elétrons atingem o outro eléctrodo. Se se aumentar a diferença de potencial entre os eléctrodos e não se alterar o feixe de luz, a intensidade da corrente aumenta, atinge o valor máximo, depois do que deixa de crescer ( fig. 3). O valor máximo da intensidade da corrente Is chama-se corrente de saturação. A corrente de saturação é determinada pelo número de elétrons emitidos num segundo pelo eletrodo iluminado.

Mudando, nesta experiência, o feixe luminoso, determinou-se que o número de elétrons emitidos pela superfície do metal num segundo é diretamente proporcional à energia da onda de luz, absorvida durante o mesmo intervalo de tempo. Neste fato não há nada de inesperado, já que quanto maior é a energia do feixe de luz, mais eficaz se torna a sua ação.

Passemos agora à medição da energia cinético ( ou velocidade) dos elétrons. No gráfico da fig. 3, vê-se que a intensidade da corrente fotoelétrica é diferente de zero mesmo quando a diferença de potencial é nula. Isto significa que, mesmo na ausência de diferença de potencial, uma parte dos elétrons atinge o eléctrodo direto ( fig. 2). Se se alterar a polaridade da bateria, a intensidade da corrente diminui até se anular, quando o potencial de polaridade inversa atinge o valor Up . Isto significa que os elétrons emitidos são detidos e forçados a valor para trás, sob a ação do campo elétrico.

O potencial de paragem Up depende do valor máximo da energia cinética que os elétrons emitidos atingem sob a ação da luz. A medição do potencial de paragem e o teorema da energia cinética permitem calcular energia cinética máxima dos elétrons:

Verificou-se experimentalmente que o potencial de paragem não depende da intensidade da luz ( energia transmitida ao eléctrodo por unidade de tempo). Não muda, portanto, também a energia cinética dos elétrons. Do ponto de vista da teoria ondulatória, este fato é incompreensível já que, quanto maior for a intensidade da luz, maiores são as forças que se exercem sobre os elétrons por parte do campo electromagnético da onda luminosa e, portanto, mais energia deveria ser transmitida aos elétrons.

Verificou-se experimentalmente que a energia cinética dos elétrons emitidos sob a ação da luz só depende da freqüência da luz. A energia cinética máxima dos fotoelétrons é proporcional à freqüência da luz e não depende da intensidade desta. O efeito fotoelétrico não se verifica quando a freqüência da luz é menor do que um dado valor mínimo vmin , dependente do material do eléctrodo.

Fig. 2

     Fig. 3


Teoria do Efeito Fotoelétrico

Não resultou nenhuma das tentativas, feitas no sentido de explicar o efeito fotoelétrico com base nas leis de Maxwell ( segundo as quais a luz é uma onda electromagnética distribuída continuamente no espaço). Era impossível compreender porque é que a energia dos elétrons fotoelétricos é determinada apenas pela freqüência da luz, nem perceber a causa pela qual só quando o comprimento de onda é pequeno a luz se torna capaz de arrancar elétrons.

O esclarecimento do efeito fotoelétrico foi dado em 1905 por Alberto Einstein que desenvolveu a idéia de Planck sobre a emissão intermitente de luz. Nas leis experimentais do efeito fotoelétrico, Einstein viu uma prova evidente de que a luz tem uma estrutura intermitente e é absorvida em porções independentes. A energia E de cada uma das porções de emissão, de acordo com a hipótese de Planck, é proporcional à freqüência.

E = hf , onde h é a constante de Planck. ( 1 )

O fato de, como provou Planck, a luz ser emitida em porções, ainda não constitui uma confirmação definitiva do caráter descontínuo da estrutura da própria luz. Repara-se que a chuva também cai na terra sob a forma de gotas, o que não quer dizer que a água nos rios e lagos seja constituída por gotas, isto é, quantidades pequenas independentes. Apenas o efeito fotoelétrico permite pôr em evidência a estrutura descontínua da luz: a porção de energia luminosa E = hv contínua a manter a sua integridade, de tal modo, que essa dada porção de luz, quando é absorvida, tem de absorver-se toda de uma vez. A energia E de cada uma das porções de emissão é dada pela fórmula ( 1).

A energia cinética do elétron fotoelétrico pode ser calculada aplicando a lei da conservação de energia. A energia de uma porção de luz , hf permite realizar o trabalho de arranque W, isto é, o trabalho indispensável para arrancar um elétron do seio do metal e comunicar-lhe uma certa energia cinética. Por conseguinte,

    ( 2 )

Esta equação permite esclarecer todos os fatos fundamentais relacionados com o efeito fotoelétrico. A intensidade da luz, segundo Einstein, é proporcional ao número de quantos (porções) de energia contido no feixe luminoso e, por conseguinte, determina o número de elétrons arrancados da superfície metálica. A velocidade dos elétrons, conforme ( 2) , é dada apenas pela freqüência da luz e pelo trabalho de arranque, que depende da natureza do metal e da qualidade da sua superfície. Atenda-se a que a velocidade dos elétrons não depende da intensidade da luz.

Para uma dada substância, o efeito fotoelétrico pode observar-se apenas no caso de a freqüência f da luz ser superior ao valor mínimo f min . Convém reparar que para se poder arrancar um elétron do metal, mesmo sem lhe comunicar energia cinética, há que realizar o trabalho de arranque W. Portanto, a energia de um quanto ( quantum) deve ser superior a este trabalho:

hf > W

A freqüência limite f min tem o nome de limite vermelho do efeito fotoelétrico e calcula-se pela seguinte fórmula:

O trabalho de arranque W depende da natureza da substância. Portanto, a freqüência limite f min do efeito fotoelétrico ( dito limite vermelho) varia de substância para substância.

Por exemplo, ao limite vermelho do zinco corresponde o comprimento de onda l max = 3,7 . 10-7 m ( radiação ultravioleta). É precisamente por isso se explica o fato de efeito fotoelétrico cessar quando se interpõe uma lâmina de vidro, capaz de deter raios ultravioletas.

O trabalho de arranque no alumínio ou no ferro é maior do que no zinco, razão por que na experiência de 1 se utilizou uma lâmina de zinco. Nos metais alcalinos, pelo contrário, o trabalho de arranque é menor, ao passo que o comprimento de onda l max correspondente ao limite vermelho é maior. Assim, por exemplo, relativamente ao sódio verifica-se l max = 6,8 . 10-7 m.

Através da equação de Einstein (2) é possível calcular a constante de Planck h. Para tal há que determinar experimentalmente a freqüência v da luz, o trabalho de arranque W e avaliar a energia cinética dos elétrons fotoelétricos. Avaliações e cálculos apropriados mostram que h = 6,63 x 10-34 J.s. O mesmo valor numérico foi obtido por Planck durante o estudo teórico de outro fenômeno diferente que é a radiação térmica. O fato de terem coincidido os valores da constante de Planck obtidos por métodos diferentes, confirma a certeza da hipótese acerca do caráter descontínuo da emissão e absorção da luz pelas substâncias

Fonte:

http://www.algosobre.com.br/fisica/efeito-fotoeletrico-e-seu-teorema.html

As minhas cábulas da calculadora

Informação sobre radiação electromagnética

Animação da propagação electromagnética       (Necessário JAVA)

Radiação electromagnética é composta por um campo eléctrico e um campo magnético que se propagam pelo espaco em simultâneo sem suporte material.

Radiacao electromagnetica = LUZ

A radiacao electromagnetica propaga-se a velocidade da luz (3X10^8)

A luz tem caracter ondulatório (onda sinusoidal) e corpuscular (emitida em fotões, ou quanta).

λ –> Comprimento de onda é o comprimento de uma oscilação completa
Crista – meia oscilação

O comprimento de onda e inversamente proporcional a energia da radiação. quanto menor o λ maior a energia e quanto menor a energia maior o λ e vice-versa.

T e o tempo que demora a percorrer uma oscilacao completa e chama-se periodo

image

As radiações podem extrair electrões dos átomos (ionização) e também separar moléculas (dissociação).

 

Fonte:

  • As minhas cábulas da calculadora