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Arquivos mensais: Janeiro 2008

Corrente Tradicional – Redondilhas

Formas Cantigas, vilancetes, esparsas, trovas
Métrica Redondilha ou medida velha, menor (5 silabas métricas) ou maior (7 silabas métricas)
Temas Amor, saudade, insatisfação, incorrespondencia, imcompreensão, desconcerto do mundo.
Figura de estilo / linguagem Expressão requintada; jogos de palavras, de conceitos, trocadilhos, metáforas, hipérboles, personificações
Influências Cancioneiros trovadorescos; Cancioneiro Geral, Dante e Petrarca (prenúncio do Renascimento).

 

Corrente Clássica – Soneto

Tem sempre 14 versos decassilábicos, distribuidos por duas quadras e dois tercetos.

Formas Soneto; canção; ode, elegia, écloga
Métrica Verso decassilábico ou medida nova
Temas Amor, mulher, vivências pessoais, autobiografia, reflexão sobre a vida, inconformismo, busca do sentido da existência, mudança
Figuras de estilo / linguagem Linguagem engenhosa, paradoxos, metáforas, hipérboles, personificações, antiteses, enumerações
Influências Poesia clássica: Virgilio; Ovidio; Horácio
Renascimento italiano: Petrarca

Fonte:

  • Filomena Martins Alves e Graça Bernardino Moura, Página Seguinte – Português – 10º ano,1ªEdição 2ªTiragem, Lisboa, Texto Editores, 2007, 368 páginas, ISBN 978-972-47-3327-2-1
  • Celso Cunha e Lindley Cintra, Nova Gramática do Português Contemporâneo, 18ª edição, Lisboa, Edições João Sá da Costa, 2005, 734 páginas, ISBN 9789729230004

O alemão Beno Gutenberg depois de observar que, para cada sismo, existe um sector da superfície terrestre onde é impossível registar ondas sísmicas directas, isto é, ondas sísmicas que atingem a superfície terrestre sem sofrerem desvios na sua trajectória, que, no interior da Terra, é geralmente curvilínea. A esta faixa dá-se o nome de zona de sombra e a mesma situa-se a uma distância angular do epicentro compreendida entre os 105º e os 142º (103º e 143º); fazendo a conversão da distância angular em distância quilométrica, sobre a superfície terrestre, a zona de sombra de um sismo situa-se entre os 11.500 e os 14.000 Km de distância do epicentro. As estações sismográficas localizadas até 105º registavam a chegada das ondas P e S nos horários previstos; as estações situadas para além dos 142º do epicentro do sismo não registavam a chegada das ondas S (S sombra), e as ondas P (K) eram registadas com atraso em relação ao tempo previsto.

Gutenberg demonstrou que esta zona de sombra se deve a uma descontinuidade. A análise comparada de séries de sismogramas de diferentes estações sismográficas permitiu a Gutenberg calcular a profundidade desta descontinuidade – 2.900 Km. Por este facto, a esta fronteira que assinala o início do núcleo, dá-se o nome de descontinuidade de Gutenberg.

Fontes:

  • Amparo Dias da Silva, Almira Fernandes Mesquita, Fernanda Gramaxo, Maria Ermelinda Santos,Ludovina Baldaia e José Mário Félix, Terra, Universo de Vida – Biologia e Geologia – 10.º ou 11.º (Ano 1),Porto Editora, 2007, 192 páginas, ISBN: 978-972-0-42170-8

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Aqui estão os 2 modelos aceites (o 3º não conta como modelo pois não diz a constituição mas apenas algumas descontinuidades).

O primeiro modelo (o da esquerda) é o modelo segundo a composição quimica da Terra

O segundo modelo(o do meio) é o modelo segundo as propriedades fisicas.

 

Fontes:

  • Amparo Dias da Silva, Almira Fernandes Mesquita, Fernanda Gramaxo, Maria Ermelinda Santos,Ludovina Baldaia e José Mário Félix, Terra, Universo de Vida – Biologia e Geologia – 10.º ou 11.º (Ano 1),Porto Editora, 2007, 192 páginas, ISBN: 978-972-0-42170-8

O que é a Geologia? (powerpoint)

Fundamentos de Sismologia (pdf)

A Terra é constituida por descontinuidades que separam materiais de composição e caracteristicas diferentes.

Elas são quatro:

  • Descontinuidade de Conrad
  • Descontinuidade de Mohorovičić ou Descontinuidade de Moho, ou ainda Descontinuidade M
  • Descontinuidade de Gutenberg ou Descontinuidade de Wiechert-Gutenberg
  • Descontinuidade de Lehmann

Descontinuidade de Moho:

Como o próprio nome indica, esta fronteira é descontínua, variando em espessura e distância da superfície. Esta distância varia de entre 5 km a 10 km no fundo dos oceanos a cerca de 35-40 km abaixo dos continentes, podendo atingir 60 km sob as cordilheiras e montanhas mais elevadas. Já a espessura varia de 0,1 km até alguns quilômetros. Esta descontinuidade separa a crosta do manto.

O nome foi dado em homenagem a Andrija Mohorovičić (1857-1936), o geofísico, seu descobridor.

O estudo extensivo da descontinuidade iniciou durante o Ano Geofísico Internacional (AGI), na década de 1950.

As ondas sísmicas sofrem uma variação de velocidade brusca ao atravessarem o Moho.

Descontinuidade de Gutenberg:

A Descontinuidade de Gutenberg (ou Descontinuidade de Wiechert-Gutenberg) é uma das camadas da Terra, separando o manto do núcleo.

Esta camada separa o manto inferior do núcleo externo, a cerca de 2883 Km de profundidade. A partir deste limite as ondas S deixam de se propagar, pois o núcleo externo é líquido e as ondas P diminuem a sua velocidade.
Seu nome homenageia o sismólogo alemão, Beno Gutenberg.

Descontinuidade de Lehmann:

A Descontinuidade de Lehmann é a fronteira entre o núcleo externo (líquido) e o núcleo interno (sólido).

Foi nomeada em honra da sismóloga dinamarquesa Inge Lehmann que reparou que ondas-P, que deveriam ter sido totalmente reflectidas pelo núcleo, eram registadas em sismogramas na zona de sombra P (zona em que as ondas P não se propagam).

Ela concluiu que estas ondas haviam sido reflectidas por uma descontinuidade física, significando que, por baixo do núcleo líquido (já descoberto) existiria um núcleo interno sólido.

A hipótese de Lehmann foi confirmada em 1970 por novos dados sismológicos.

Fontes:

  • Amparo Dias da Silva, Almira Fernandes Mesquita, Fernanda Gramaxo, Maria Ermelinda Santos,Ludovina Baldaia e José Mário Félix, Terra, Universo de Vida – Biologia e Geologia – 10.º ou 11.º (Ano 1),Porto Editora, 2007, 192 páginas, ISBN: 978-972-0-42170-8

Uma onda sismica, tal como um raio luminoso, quando encontra uma superficie de separação entre dois meios com caracteristicas diferentes,pode:

  • Reflectir-se: muda de direcção mas continua no mesmo meio
  • Refractar-se: há desvio e houve mudança de meio.

Fontes:

  • Amparo Dias da Silva, Almira Fernandes Mesquita, Fernanda Gramaxo, Maria Ermelinda Santos,Ludovina Baldaia e José Mário Félix, Terra, Universo de Vida – Biologia e Geologia – 10.º ou 11.º (Ano 1),Porto Editora, 2007, 192 páginas, ISBN: 978-972-0-42170-8

Intensidade Sismica – é a medida dos estragos causados pelas vibrações sismicas, num determinado local. A Intensidade sismica é obtido pela comparação entre os estragos observados e descritos pelas populações e os estragos descritos em escalas padrão. A escala utilizada é a de Mercalli Modificada.

A Intensidade depende de:

  • Profundidade do Hipocentro
  • Distância do Hipocentro
  • Composição do solo
  • Energia
  • Estado das Construções
  • Comportamento das populações

Carta de Isossistas – Conjunto de isossistas, traçadas sobre uma carta em torno do epicentro.

Magnitude – quantidade de energia libertada durante o sismo. É calculada através de sismógrafos

Escala de Magnitude de Richter:

  • É objectiva
  • Corresponde a valores logaritmicos; não tem limites (teoricamente); o valor máximo conhecido é de nove.

 

 

Fontes:

  • Amparo Dias da Silva, Almira Fernandes Mesquita, Fernanda Gramaxo, Maria Ermelinda Santos,Ludovina Baldaia e José Mário Félix, Terra, Universo de Vida – Biologia e Geologia – 10.º ou 11.º (Ano 1),Porto Editora, 2007, 192 páginas, ISBN: 978-972-0-42170-8

Causas dos sismos

  • Sismos de origem tectónica
  • Sismos com origem não tectónica
    • Sismos vulcânicos
    • Sismos de afundimento
  • Sismos artificiais

O mecanismo que está na origem dos sismos tectónicos é o efeito do ressalto elástico

Falha – rotura acompanhada por um movimento relativo entre dois blocos

Raio Sismico – linhas radiais perpendiculares à frente da onda

Frente de Onda – superficies esféricas definidas pelo conjunto que se encontra na mesma fase

Foco ou Hipocentro – zona localizada no interior da Terra onde ocorre libertação de energia

Epicentro – É o ponto que fica na vertical do Hipocentro

Ondas sismicas – Ondas elásticas produzidas durante um sismo que se propaga segundo superficies concentricas a partir do foco.

  • Ondas de volume
    • Ondas longitudinais – ondas P (primárias): As particulas constituintes do material rochoso vibram na mesma direcção de propagação da onda. Este tipo de onda é elástica é também desigado por onda de compressão ou de rarefacção. Possuem elevada velocidade e são por isso as primeiras a chegar a qualquer ponto do globo.
    • Ondas transversais – ondas S (secudárias): As particulas do meio rochoso vibram perpendicularmente à direcção de propagação da onda. Estas ondas apresentam uma velocidade inferior à das ondas P, pelo que chegam em segundo lugar. Estas ondas introduzem deformações na geometria dos elementos do meio onde se propagam.
  • Ondas Superficiais
    • Ondas de Love (L) – o deslocamento das particulas é perpendicular à direcção de propagação e paralelo à superficie
    • Ondas de Rayleigh (R) – a trajectória da particula tem uma forma elíptica e move-se em sentido contrário ao dos ponteiros do relógio.

Os movimentos do solo provocados pelas ondas sismicas são registados por aparelhos chamados sismógrafos e e registados em sismogramas.

As primeiras ondas a serem registadas são as ondas P seguidas pelas ondas S e pelas L.

Fontes:

  • Amparo Dias da Silva, Almira Fernandes Mesquita, Fernanda Gramaxo, Maria Ermelinda Santos,Ludovina Baldaia e José Mário Félix, Terra, Universo de Vida – Biologia e Geologia – 10.º ou 11.º (Ano 1),Porto Editora, 2007, 192 páginas, ISBN: 978-972-0-42170-8

A localização dos vulcões está relacionada com as placas litosféricas.

  • Fronteiras convergentes das placas litosféricas
    • Nas zonas de subducção
    • vulcanismo do tipo explosivo
  • Fronteiras divergentes das placas litosféricas
    • Nas zonas de rifte
    • vulcanismo, normalmente, do tipo efusivo
  • Intraplacas
    • Nas zonas de pontos quentes
    • Vulcanismo do tipo efusivo

Aspectos positivos do vulcanismo:

  • Fornecem dados importantes sobre a constituição e caracteristicas do interior da Terra
  • Económicas
    • Utilização agricola
    • Exploração mineira
    • Interesse turistico
    • Energia geotérmica
      • Aparecimento de habitações/piscinas ou estufas
      • Produção de energia eléctrica

Fontes:

  • Amparo Dias da Silva, Almira Fernandes Mesquita, Fernanda Gramaxo, Maria Ermelinda Santos,Ludovina Baldaia e José Mário Félix, Terra, Universo de Vida – Biologia e Geologia – 10.º ou 11.º (Ano 1),Porto Editora, 2007, 192 páginas, ISBN: 978-972-0-42170-8

Há uma diferença entre “magma” e “lava”.

Magma – Matéria em fusão contendo gases dissolvidos, provenientes de zonas profundas da geosfrea, a altissima temperatura.

Lava – material desgaseificado, isto é, magma sem gases dissolvidos que se foram libertando durante a ascenção até à superficie (erupção).

Como funciona um aparelho vulcânico? 

Tipo de Vulcões:

  • Tipo central: forma-se uma conduta tubular, chamada chaminé vulcânica, por onde ascendem os materiais até à superficie.
  • Tipo fissural: Existem situações em que a lava não é expulsa através da chaminé mas sim através de fendas alongadas que podem atingir vários quilómetros de comprimento.

Tipos de Lava quanto á composição:

  • A Lava classifica-se segundo a quantidade de silica (SiO2)e pela temperatura em que se encontra.

Lavas ácidas – são ricas em silica tem baixas temperaturas (800 a 1000ºC) são muito viscosas. Solidificam dentro da cratera originando explosões e os gases têm dificuldade em sair. Dão origem a erupções explosivas.Lavas básicas – são pobres em silica têm temperaturas elevadas (1100 a 1200ºC) são fluidas e por isso movem-se rapidamente percorrendo longas distâncias. Dõa origem a erupções efusivas. Ao solidificarem podem assumir diversos aspectos:

  • Lavas encordoadas ou pahoehoe
  • Lavas escoriáceas ou aa

  • Lavas em almofada ou “pillow-lavas”          

Lavas

Materiais expelidos pelos vulcões:

  • Materiais Liquidos – Lavas
  • Materiais Sólidos – Piroclástos
  • Materiais Gasosos – vapor de água e outros gases

Vulcanismo Atenuado

Após o periodo activo, um vulcão entra numa fase de repouso. Nesta fase, ocorrem manifestações de vulcanismo atenuado:

  1. Fumarolas:
    1. Sulfatanas – libertam enxofre
    2. Mofetas – libertam CO2
  2. Nascentes termais
  3. Géiseres

Fumarolas – emissão de gases a elevadas temperaturas (podem atingir os 900ºC)

Se são abundantes os compstos de enxofre chamam-se sulfatarasSe são ricos em CO2 chamam-se Mofetas

Nascentes Termais – Emissão de água rica em sais minerais e com temperaturas, por vezes, elevadas (podem atingir 200 a 300ºC)

Proveniência destas àguas

  • Condensação do vapor de água libertado do magma (água juvenil)
  • Água de origem atmosférica (água meteórica) que ao infiltrar-se aquece próximo da câmara magmática

As nascentes termais, em geral termomedicinais, são muito abundantes em território Português.

Gèiseres – emissões intermitentes de jactos de água e vapor de água através de uma fractura no solo.

Os Géiseres formam-se devido á violenta evaporação da água

Fontes:

  • Amparo Dias da Silva, Almira Fernandes Mesquita, Fernanda Gramaxo, Maria Ermelinda Santos,Ludovina Baldaia e José Mário Félix, Terra, Universo de Vida – Biologia e Geologia – 10.º ou 11.º (Ano 1),Porto Editora, 2007, 192 páginas, ISBN: 978-972-0-42170-8

Métodos directos:

  • Estudo dos materiais que afloram
  • Perfurações na crosta
  • Materiais emitidos na erupção vulcânica
  • Sondagens

Métodos indirectos:

  • Estudos de:
    • Planetologia e astrogeologia: Determina indirectamente, valores aproximados da massa da Terra. Conhecido o diamêtro é também possivel saber o volume. E através da massa e do volume pode-se saber a massa volumica média do planeta. 
    • Gravimetria: Qualquer corpo situado à superficie da Terra é atraido por ela. Essa aração é dada por uma expressão matemática (F=G*(m*M)/R^2). A força da gravidade pode ser determinada com aparelhos chamados gravimetros.
    • Densidade
    • Geomagnetismo: A Terra tem um campo magnético que muda de tempos a tempos. Os cristais que solidificam nas rochas magmáticas tem uma polaridade consoante o campo magnético. Assim, estudando as rochas é possivel saber como varia a polaridade do campo magnético.
    • Sismologia: As ondas sismicas refractam-se e reflectem-se no interior da Terra sendo possivel pelo estudo das zonas de sombra e da velocidade de propagação de ondas sismicas ter uma ideia das camadas do interior da Terra.
    • Geotermismo

Gradiente geotérmico - A quantificaçõa da variação da temperatura com a profundidade, ou seja, o aumento da temperatura por quilómetro de profundidade.

Grau geotérmico - o número de metros que é necessário aprofundar para que a temperatura aumente 1ºC.

Fluxo térmico - é a quantidade de calor libertada por unidade de superficie e por unidade de tempo (microcalorias/cm^2/segundo).

Fontes:

  • Amparo Dias da Silva, Almira Fernandes Mesquita, Fernanda Gramaxo, Maria Ermelinda Santos,Ludovina Baldaia e José Mário Félix, Terra, Universo de Vida – Biologia e Geologia – 10.º ou 11.º (Ano 1),Porto Editora, 2007, 192 páginas, ISBN: 978-972-0-42170-8

O verso é uma das linhas de uma composição poética.

O ritmo consiste numa cadência que resulta da alternância entre sílabas fortes e sílabas fracas.

O acto de dividir sílabas métricas designa-se escanção.

Classificação dos versos quanto ao número de sílabas métricas

1 silaba métrica monoílabo
2 silabas métricas dissílabo
3 silabas métricas trissílabo
4 silabas métricas tetrassílabo ou quadrissilabo
5 silabas métricas pentassílabo ou redondilha menor
6 silabas métricas hexassilabo
7 silabas métricas heptassilabo ou de redondilha maior
8 silabas métricas octossílabo
9 silabas métricas eneassilabo
10 silabas métricas decassilabo
11 silabas métricas hendecassílabo
12 silabas métricas dodecassílabo ou alexandrino

Tipos de Rima:

Tipos Definição
Interpolada Os versos que rimam são separados por dois ou três versos de rima diferente (ABCA)
Cruzada Os vesos rimam alternadamente (ABAB)
Emparelhada Os versos rimam dois a dois ou três a três (AABC)

A rima pode considerar-se também:

Consoante Quando é perfeita (rimam tanto vogais como consoantes)
Ex: Provável / Agradável
Toante Quando é imperfeita (só rimam as vogais)
Ex: Amigo / ferido
Rica Quando rimam palavras de categoria morfológica diferente
Ex: triste / viste
Pobre Qando rimam palavras da mesma categoria morfológica
Ex: Amor / dor

Os versos que não rimam chamam-se versos brancos ou soltos.

As estrofes é um conjuntos de versos e toma as seguintes designações, de acordo com o número de versos que possui:

1 verso monóstico
2 versos dístico ou parelha
3 versos terceto
4 versos quadra
5 versos quintilha
6 versos sextilha ou sextina
7 versos sétima
8 versos oitava
9 versos nona
10 versos décima

Fonte:

  • http://aulaportugues.no.sapo.pt/versificacao.htm
  • Filomena Martins Alves e Graça Bernardino Moura, Página Seguinte – Português – 10º ano,1ªEdição 2ªTiragem, Lisboa, Texto Editores, 2007, 368 páginas, ISBN 978-972-47-3327-2-1
  • Celso Cunha e Lindley Cintra, Nova Gramática do Português Contemporâneo, 18ª edição, Lisboa, Edições João Sá da Costa, 2005, 734 páginas, ISBN 9789729230004

Planificação:

  • Determinar a situação e objectivos da comunicação:
    • Quem escreve a quem?
    • O que escreve?
    • Onde? Quando? Com que objectivos?
  • Determinar o tipo de texto e da matriz discursiva;
  • Construir um plano-guia que contemple:
    • a hierarquização das ideias;
    • a ordenação e delimitação das partes constitutivas;
    • a distribuição da informação por vários parágrafos.

Textualização:

  • Produção de um texto escrito atendendo à:
    • Estruturação correcta do texto:
      • Introdução;
      • Desenvolvimento;
      • Conclusão.
    • Utilização de articuladores discursivos.
    • Aplicação das regras de ortografia, de pontuação e de estruturação morfossintática.

Revisão/Supervisão:

  • Verificar os erros no trabalho

Planificação:

  • Determinar a situação e os objectivos da comunicação;

  • Construir um plano-guia

Execução:

  • Produção de um texto oral coeso e coerente.

Avaliação:

A avaliação pode ser feita por si próprio (auto-avaliação) ou pelo colega/professor(a) (hetero-avaliação)

Eu decidi fazer este blog para estudar da maneira que mais gosto (escrevendo resumos da mátéria no computador). E ao mesmo tempo ajudar quem precisa de compreender a matéria e não consegue.

 

Eu estou no 10º ano pelo que vou escrevendo sobre a matéria que vou dando…no entanto eu vou mantendo este blog “ao activo” para que no proximo ano quem tiver no 10º ano possa compreender…

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